Segunda, 17 de Dezembro de 2018
Jan Deloni

BLOG Vivendo e Aprendendo por Jan Deloni

2017-06-26 18:15:39
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Que tal a monarquia parlamentarista?

Uma análise bem pueril da proposta, levando em conta o período governado por D. Pedro II e a primeira república, já nos faria correr desesperadamente e de braços abertos ao encontro da primeira oportunidade de derrubarmos a “república carcomida”.

O site Diga Sim à Monarquia expõe algumas razões para abrirmos os nossos braços. Se lermos de forma despretensiosa e com a mente vazia (para que possamos analisar com uma certa calma) veremos que o Brasil tem solução. Vou elencar aqui duas coisas interessantes:

1 – A presença do quarto poder, o poder moderador, demonstra a verdadeira função do chefe de estado (Rei/Inperador): a responsabilidade de garantir a estabilidade política nacional e às relações internacionais. O poder moderador garante o equilíbrio do sistema monarquista, sendo o rei ou imperador alguém com reputação ilibada de fato, não indicado pelo governo e sem padrinho político, uma pessoa que atende a requisitos morais objetivos. Este poder não está presente na república.

2 – Também ligada ao quarto poder, a prerrogativa concedida ao imperador ou rei de demitir (isso mesmo DEMITIR) o chefe de governo para garantir a estabilidade institucional caso haja um fato que comprometa sua legitimidade em governar, ou comprometa qualquer um dos outros poderes. O imperador, como bastião moral, tem a obrigação de garantir essa estabilidade; Se o Lula fosse um primeiro ministro na época do mensalão, o imperador o demitiria, dissolveria o parlamento e convocaria novas eleições imediatamente.

Quem na república tem a obrigação de garantir a estabilidade institucional? O presidente. Quem é o chefe de governo? O presidente. Quem indica os nomes para ocupar cargos que podem investigar o próprio governo? O presidente. Como eu já disse, a análise é pueril de propósito.

Eu quis mostrar aqui apenas esses dois pontos para dar um gostinho na boca de quem ama beber um bom vinho. O Brasil precisa de uma mudança total, uma recondução aos princípios que o fizeram ser uma nação forte. Mesmo tendo sido transformada num país vergonhoso mundialmente, hoje só não é pior porque a base criada lá atrás ainda sustenta o pouco que resta do glorioso Brasil.

Vamos refletir. O Brasil é dos brasileiros!

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